terça-feira, março 06, 2007
O antigo campeão nacional amador, Tiago Cruz, esteve em plano de destaque no «Backtee Open», primeiro dos três torneios (a realizar em solo português) pontuáveis para o Circuito Escandinavo de Profissionais, que se desenrolou nos relvados do percurso de Santo Estêvão (par 73), próximo de Benavente. Ao cabo dos três dias de prova, Tiago Cruz obteve o segundo lugar do torneio, partilhando-o com o dinamarquês Michael Jurgensen, ambos com o score agregado de 205 pancadas (14 abaixo). Ricardo Santos ficou na quarta posição, com 208 pancadas (-11), juntamente com o sueco Bart, e o dinamarquês Ankerso, enquanto Hugo Santos acabou no trio dos décimos, com 215.
Massa ConstâncioPelo segundo ano consecutivo, a Selecção portuguesa de Sub-21 venceu o País de Gales, por 11-7, no encontro amistoso que se disputa há 16 anos.A Selecção portuguesa (categoria de Sub-21 anos), constituída pelo vencedor do «ranking» de 2006, Pedro Figueiredo (Quinta do Perú), pelos campeões de Miramar, Oporto e Quinta do Fojo, respectivamente, Afonso Pires, Manuel Alexandre Violas e José Maria Cudell, e ainda por Pedro Sá Lima (Quinta do Fojo), Tiago Rodrigues (Oporto), e pelos algarvios Joáo Carlota e Ricardo Melo Gouveia, venceu a 16.ª edição do «match» amistoso Portugal-País de Gales, repetindo (por 11-7), nos relvados da Quinta do Perú, a proeza que havia cometido em 2006 neste mesmo percurso. No ano anterior a expressão do triunfo português havia sido maior (13-5), embora seja importante realçar a ausência (por motivos escolares), de José Maria Jóia (Vilamoura), Hugo Mota (vice-campeão do Oporto) e Bernard Frére (Oitavos), cujo contributo poderia fortalecer ainda mais as nossas cores. Por outro lado, na equipa deste ano também ficaram de fora Tiago Cruz e Ricardo Santos, que entretanto enveredaram pelo profissionalismo.Pares invencíveis no primeiro diaEste encontro englobava um conjunto de 18 partidas, sendo as primeiras seis de pares (foursomes), com pancadas alternadas, e as restantes 12 de singulares.A Selecção das quinas começou a ganhar vantagem logo na jornada inaugural (Pares), que lhe proporcionou uma vantagem de três pontos (4,5 contra 1,5), resultantes dos três triunfos conseguidos, e outros tantos empates, o que significa que nenhum dos nossos pares foi derrotado.Nas partidas de singulares, o equilíbrio foi mais notório, tendo os galeses chegado a liderar, depois de terem ganho os quatro primeiros «matchs» do dia. No entanto, Portugal encetou uma a recuperação notável, obtendo cinco triunfos sucessivos, de que foram autores o tricampeão do Fojo, José Maria Cudell (venceu por «1up», depois de ter estado a perder no buraco 15), Ricardo Gouveia e Tiago Rodrigues, ambos por 4/3, juntamente com Pedro Figueiredo e João Carlota, que superaram os seus opositores, por 2/1.Em todo o caso, o resultado deste ano, apesar da nossa supremacia ter sido menos dilatada, demonstra bem a evolução positiva do golfe português.terça-feira, fevereiro 13, 2007
O Plano, apresentado este fim-de-semana em Vilamoura pelo administrador do ITP Frederico Costa, tem como objectivos operacionais atenuar a sazonalidade, captar mais turistas de rendimento elevado, aumentar a notoriedade de Portugal como destino de golfe, melhorar a competitividade das regiões nacionais em que este produto turístico já está implantado, e desenvolver novas, como Madeira, Açores e Oeste. Como objectivos estratégicos, um crescimento de 7% por ano nos próximos três anos, para atingir em 2009 receitas de golfe acima dos dois mil milhões de euros (com a componente imobiliária), com 1,7 milhões de voltas e 1,4 milhões de dormidas de estrangeiros. Para Bernardo Trindade, o Plano visa "sobretudo, recolocar o país como um destino dentro dos três de maior projecção em termos europeus".
As regiões prioritárias serão o Algarve, Lisboa (incluindo Estoril, Costa Azul e Oeste), Madeira e Açores, e os mercados prioritários em termos de promoção são a Alemanha, Escandinávia, Holanda, Irlanda, Reino Unido, e ainda Espanha, França, e Estados Unidos. A promoção vai apostar em campanhas de comunicação, feiras do sector, fam trips para jornalistas e profissionais e ainda na captação directa do grande público nacional e estrangeiro, através de "shows", torneios, e outros eventos para o consumidor final, com ênfase nos amadores e jovens.
Para tudo isto serão investidos 25 de milhões de euros, com o Turismo de Portugal a garantir 52 % da verba, e o restante distribuído por outras entidades públicas e privadas regionais, como as associações de promoção. Do total, 20 milhões destinam-se à organização de eventos, e 5 milhões a promoção.
Referindo-se ao golfe como "a neve de Portugal", Manuel Pinho sublinhou a necessidade de estabilidade na promoção, sendo que um dos traços distintivos do Plano é precisamente ser "um conjunto de eventos que nós temos a certeza que se vão realizar ao longo de três anos", pois "é preciso fazer uma aposta continuada, as coisas não podem estar sempre a mudar ao longo do tempo". O Plano assegura a realização de eventos âncora pelo prazo de três anos, como acontece com o torneio de maior projecção internacional, o Portugal Masters, um novo torneio incluído no European Tour, em Outubro no Victoria Clube de Golfe, onde o Plano foi apresentado, e cuja realização foi firmada na mesma ocasião. Outros eventos já garantidos ou em negociação final são o Madeira Island Open, Taça das Nações (Algarve), Estoril Open, Ladies Open (Algarve), e o Açores Seniors Open.
Fonte: Turisver
Hugo Lages ganhou a última prova do circuito mensal da Quinta da Barca, cujo triunfo lhe permitiu obter o primeiro lugar do «ranking» bonificado. Massa ConstâncioJá são conhecidos os novos campeões do «Ranking» 2006 do Golfe da Quinta da Barca (Esposende), concluída que foi a 10.ª e última prova do calendário interno do percurso de nove buracos, localizado na localidade de Gemeses, margem direita do rio Cávado. São eles, Manuel Gomes Ramos e Hugo Lages, entre os «Sócios», e David Aguiar e Miguel Vareta, na vertente de «Convidados».Porém, o aspecto mais relevante da «ponta» final da competição organizada pela colectividade esposendense foi protagonizada por Hugo Lages, o qual, apesar de ter partido para a última prova em situação de desvantagem, em relação Manuel Ramos e Manuel Santos (após o nono torneio tinham mais seis pontos que Lages), acabaria por ascender ao primeiro lugar, mercê do triunfo que obteve na modalidade bonificada («Nett»), ante a fraca prestação da dupla que então liderava.A disputa da modalidade de «score» real («Gross») foi bastante menos emotiva. Gomes Ramos já comandava antes do torneio de encerramento e ao conseguir o segundo lugar no 10.º torneio, acabou por concluir o circuito isolado no primeiro posto, com a confortável vantagem de nove pontos sobre Manuel Santos (59 contra 50), que terminou na posição de «vice», tanto em «Gross» como em «Nett».Ao longo da época, Manuel Gomes Ramos ganhou apenas uma prova, na modalidade «Gross», mas arrecadou três segundos lugares e dois terceiros, enquanto Hugo Lages impôs-se em três torneios, mas teve várias ausências. Contudo, repetiu três vezes a proeza em «Net» (venceu a 2.ª, 8.ª e a 10.ª prova) e foi isso que lhe permitiu saltar do terceiro para o primeiro lugar.No grupo dos Convidados, a vitória de David Aguiar no «Gross», não surpreendeu. Este jogador destacou-se, sobretudo, por ter assegurado o primeiro lugar a uma jornada do fim do circuito, terminando com 76 pontos, seguido de Rui Taveira, com 66. Em «Nett», Miguel Vareta foi uma agradável surpresa, somando 36 pontos nos sete torneios em que participou, dois dos quais venceu.Carlos Silva Santos, o convidado que dominou o «Gross» nos últimos quatro anos, teve uma época irregular. Primando pela ausência em metade dos torneios, não foi além do sexto lugar, com 20 pontos.
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
quarta-feira, janeiro 17, 2007

Com a realização do «Portugal Masters» eleva-se a três o número de torneios do Circuito Europeu da PGA que se realizam em Portugal durante este ano, sendo o Vitória Clube o palco escolhido para a nova prova.Massa Constânciomassa.constancio@onortedesportivo.comPortugal vai ter neste ano de 2007 uma terceira prova para profissionais, no âmbito da PGA EuropeanTour. Trata-se do Portugal Masters, um torneio com início agendado para 11 de Outubro, que terá um «prize-money» de três milhões de euros e que terá por cenário os magníficos relvados do Victória Clube de Golfe, o mais recente percurso da Lusotur Golfes, em Vilamoura. O vencedor arrecadará um prémio pecuniário de 583.333 euros.O Portugal Masters junta-se no calendário federativo, aos dois torneios tradicionais do golfe profissional português, o «Open» de Portugal, em cena europeia há mais de meio século, que terá lugar de 29 de Março a 1 de Abril, e que este ano regressa ao percurso dos Oitavos/Quinta da Marinha, onde se disputou em 2005, e o Madeira Island, cuja 15.ª edição irá decorrer de 22 a 25 de Março, como habitualmente, no percurso do Santo da Serra.A cerimónia de assinatura do respectivo acordo, que prevê a realização do citado evento nos próximos três anos – 2007 a 2009 – teve a presença do Ministro da Economia, Manuel Pinho, e dos Secretários de Estado do Desporto e do Turismo, Laurentino Dias e Bernardo Trindade, havendo ainda a salientar a presença de Luís Padrão, João de Deus Pinheiro e António Henriques da Silva, em representação do Instituto de Turismo, e da Lusotur Golfes, bem como o presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Manuel Agrellos.O Portugal Masters deverá ter acesso a um «field» de jogadores de renome. Por outro lado, encontra-se assegurada ampla cobertura televisiva para o estrangeiro, que totalizará 600 horas de emissão, facto da máxima importância para fazer de Portugal o melhor destino de golfe europeu.O golfe nacional continuará a internacionalizar-se em 2007, já que contará com mais quatro provas importantes, três das quais para profissionais, a saber: o «Açores Seniors Open», a realizar no percurso Batalha, em S. Miguel; o «Ladies Open de Portugal», a disputar no Algarve e que pontua para o «tour feminino», bem como um torneio do Challenge European Tour, circuito «B» da PGA europeia, juntando-se a estes, a Taça das Nações, para amadores.
Participar em competições oficiais da Federação Portuguesa de Golfe, em torneios homologados pela Federação, em torneios de outras Federações Europeias e em provas Internacionais em geral.
Beneficiar de um seguro de acidentes pessoais, que cobre as despesas de morte e de tratamento advenientes de acidentes ocorridos na prática da modalidade do golfe, as últimas contra o pagamento de uma franquia de 50,00€.
Acesso aos campos de golfe nacionais e estrangeiros, com desconto para jogadores federados (campos aderentes).
Recepção gratuita das várias publicações da Federação Portuguesa de Golfe que devam ser do conhecimento dos praticantes federados (Regras de Golfe, Sistema de Handicap EGA, e outras).
Recepção gratuita da “Golf Digest”, revista oficial da Federação Portuguesa de Golfe, de tiragem bimensal.
Beneficiar de variados descontos no aluguer de automóveis da Europcar. Um desconto de 40% sobre a Tarifa Nacional aplicável, no aluguer de veículos ligeiros em Portugal. Um desconto de 20% sobre a Tarifa Nacional aplicável, no aluguer de veículos comerciais ligeiros em Portugal. Um desconto de 15% sobre a Tarifa Promocional Internacional aplicável no aluguer de veículos ligeiros no estrangeiro. Um desconto de 5% sempre que a Europcar disponha de uma Tarifa Promocional (Dia de Negócios, Algarve, Madeira e Prestige), válida no momento do aluguer.
Usufruir de um desconto de 15% em todos os Solares de Portugal (Protocolo de Cooperação 2007).
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Podia imaginar-se quase tudo, menos o que aquelas duas criaturas estavam a fazer lá ao longe, aparentemente divertidas, no meio da imensidão do deserto. Os movimentos ritmados e perfeitos faziam lembrar a progressão num verdejante "green", mas, ali, o tapete macio era acastanhado e rugoso, feito de milhões de pedrinhas e terra fina. "Não são as melhores condições para jogar golfe, mas são as que temos aqui e, por isso, estamos a disputar este "torneio" franco-belga". Irónico, o francês Frederic Barczynski deu mais uma tacada e lamentou a boa performance do companheiro: "Ele (o belga Olivier Deplechin) tem mais experiência e, por isso, estou a perder neste terreno difícil". O jogo até estava a progredir e as bolas iam entrando nos buracos que a rigidez do solo obrigou a improvisar entre dois bidões de combustível, mas a aproximação do primeiro helicóptero anunciava que as motos do Lisboa Dakar estariam a chegar. Frederic e Olivier interrompem o jogo e vão apressadamente para junto dos seus dois jipes. Responsáveis pelo posto de controlo e cronometragem número 2 da classificativa de ontem, a descontracção do golfe no deserto foi substituída rapidamente pela adrenalina da chegada alucinante de motos, carros e camiões. Uns escassos momentos bastaram para que partilhassem com os pilotos a camuflagem do pó que lhes cobre o rosto e os blusões. O jogo agora é a sério e os tacos terão que permanecer guardados na traseira do jipe talvez até às areias saharianas de Atar, na Mauritânia.
tags: fora de pista
In, http://dakar.blogs.sapo.pt/
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Class JOGADOR
1- Rui Salvador 40 - 24
2- José M. Santos 38 - 22
3- Rui Fontes 37 - 21
4- Carlos Gonçalves 36 - 20
Duarte Sanches 36 - 20
Ant. Manuel Rodrigues 36 - 20
7- Albino Afonso 35 - 19
8- Joaquim Saudade Vieira 32 - 16
Armando Portelinha 32 - 16
Carlos Fernandes 32 - 16
11- Vasco Portal 31 - 15
Ant. Manuel Fernandes 31 - 15
Mário Alves 31 - 15
14- Germano Martins 30 - 14
15- Humberto Rebelo 29 - 13
Indalécio Carrajo 29 - 13
José Ant. Silva 29 - 13
18- Rui Cruz 28 - 12
Artur Gonçalves 28 - 12
20- António Parada 27 - 11
Manuel Pesqueira 27 - 11
Manuel Valdegas 27 - 11
Faustino Teixeira 27 - 11
24- Gustavo Silva 25 - 9
25- João Francisco Xavier 24 - 8
26- Jaime Valdegas 23 - 7
Pedro Roxo 23 - 7
28- Adolfo Taboada 22 - 6
José Alb. Silva 22 - 6
Jorge M. Oliveira 20 - 4
José Pedro Leal 20 - 4
Miguel Carvalho 19 - 3
Francisco Campos 19 - 3
Jorge Roxo 19 - 3
Mário Patoleia 17 - 1
José Carneiro 16 - 0
Aurélio Maia 13 - 0
Albino Barros Rebelo 7 - 0
Lindoro Barbosa 7 - 0
Nuno Pizarro Magalhães 6 - 0
Rui Pereira Lopes 3 - 0
16-12-2006
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Numa primeira volta sem vento, os profissionais de Vale do Lobo e Pinheiros Altos arrasaram o campo da Quinta da Marinha e lideram o ultimo evento do PGA Portugal Tour. António Sobrinho e T.J. Taylor lideram o PT Prime Masters PGA no final da 1ª volta, hoje (Terça-feira) disputada, ao arrasarem o campo do Hotel Quinta da Marinha & Villas Golf Resort, com um excelente resultado de 66 pancadas, 5 abaixo do Par.
Dos 49 jogadores que estão a participar no último torneio do PGA Portugal Tour de 2006, de 20 mil euros em prémios monetários, que a Best Golf Corporation está a organizar, 4 conseguiram bater o Par 71 deste percurso de Cascais.
Sobrinho e Taylor partem hoje (Quarta-feira) para a 2ª volta (que começa às 09:00 horas) com uma vantagem de 3 pancadas sobre Ricardo Santos e Tiago Cruz, que partilham o 3º lugar, enquanto João Pedro Carvalhosa e Sérgio Couto e Ouroso estão empatados no 5º posto, a 5 ‘shots’ dos comandantes.
O inglês T.J. Taylor, de Pinheiros Altos, esteve nos dois primeiros meses da época num dos mini-circuitos profissionais dos Estados Unidos e nota-se que tem vindo a subir de nível.
Já António Sobrinho, depois de uma boa primeira metade de época, estava «a jogar mal nos últimos tempos», pelo que sentiu a necessidade de «acabar bem a temporada, para elevar a motivação para 2007», uma época que o profissional de Vale do Lobo pretende que venha a ser melhor do que a que está a chegar ao fim.
Campeão do Masters em 2002, em Praia D’El Rey, e 2005, no Golfe do Morgado, o antigo campeão nacional tinha razões para desconfiar do campo da Quinta da Marinha, uma vez que, há dois anos, na última vez que o circuito profissional português passou por aqui, Sobrinho fez história ao ficar de fora do ‘top-15’ com direito a prémio monetário pela primeira vez na sua carreira.
«Se compararmos o estado do campo em 2004 e 2006, é como passar da noite para o dia. Naquele ano estava muito seco e duro. Hoje, os ‘greens’ estavam muito mais molhados e moles, a bola agarrava mais, permitindo melhor jogo», explicou o “Tiger Woods português”.
O ‘top-ten’ do PT Prime Masters PGA, após 18 buracos (1ª volta), está ordenado do seguinte modo:
1º António Sobrinho (Vale do Lobo), 66 (-5).1º T.J. Taylor (Pinheiros Altos), 66 (-5).3º Ricardo Santos (FPG/ Lusotur Golfes/ Titleist/ Ashworth), 69 (-3).3º Tiago Cruz (FPG/ BIG/ Vila Sol), 69 (-3).5º João Pedro Carvalhosa (Estela), 71 (Par).5º Sérgio Couto e Ouroso (Backswing/ City Golf), 71 (Par).7º Nuno Campino (Paço do Lumiar/ Callaway), 72 ( 1).7º Sean Hawker (Prosecom), 72 ( 1).7º Scott Taylor (Pinheiros Altos), 72 ( 1).10º Hugo Santos (Lusotur Golfes), 73 ( 2).10º António Dantas da Silva (Penha Longa), 73 ( 2).
GABINETE DE IMPRENSA DA PGA DE PORTUGAL
Pedro Figueiredo jogou fisicamente debilitado a última volta da Copa Juan Carlos Tailhade, o que impediu que a selecção nacional, representada também por António Rosado, terminasse no pódio em Buenos Aires, num dos ‘invitationals’ mais exclusivos do golfe mundial com a presença da fina-flôr do golfe amador de alta competição.
Portugal, representado Pedro Figueiredo e António Rosado, foi ontem sexto classificado, entre 15 nações, na prestigiada Copa Juan Carlos Tailhade, em Buenos Aires, Argentina. Nas quatro voltas ao campo (Par 71) do Los Lagartos Country Club, totalizou 595 pancadas ( 27). A Inglaterra venceu com 578 (149-141-145-143).
A selecção nacional chegou a brilhar na capital argentina. Concluiu o primeiro dia (agregado de 144 pancadas) na quarta posição e chegou a liderar após a segunda volta (141), quando Figueiredo, com 68 pancadas, registou a segunda melhor marca do dia e Rosado fez 73. Nas rondas do fim-de-semana houve, no entanto, uma quebra (154-156).
Para tal contribuíram os problemas intestinais de Figueiredo. O jogador encontra-se em trânsito de volta a Portugal, pelo que ainda não foi possível falar com ele. Mas o seu pai disse ao Gabinete de Imprensa da FPG que, já no sábado, o filho tivera de «abandonar temporariamente o grupo onde jogava, no buraco 16, para se deslocar à casa-de-banho».
Assim, a jovem promessa do golfe nacional, que ocupava o segundo lugar individual após os primeiros 36 buracos, fez 75 pancadas na terceira jornada e 82 a finalizar. Se tivesse entregado um cartão de jogo com o mesmo resultado da véspera, ou seja, com quatro acima do Par, Portugal teria acabado isolado no terceiro lugar.
Mesmo assim o balanço nacional é positivo. Estiveram presentes neste ‘invitational, organizado por um dos mais exclusivos ‘country clubs’ da capital argentina, 15 das melhores equipas mundiais, com destaque para a recém-sagrada campeã do mundo, a Holanda, que alinhou com Will Besseling (o melhor classificado individual no Mundial).
A Inglaterra, constituída por Seve Benson (281, 70-69-71-71) e Edward Richardson (79-72-74-72), venceu com 10 acima do Par e uma vantagem de nada menos do que oito ‘shots’ sobre a Holanda, que totalizou 586, e de 11 ‘shots’ sobre os EUA e a Austrália, ambos com 589. À frente de Portugal ficou também a Espanha (592), mas o nosso país bateu outras potências da modalidade como a Suécia, País de Gales, Canadá ou Argentina.
Individualmente, Pedro Figueiredo, de apenas 15 anos, jogador da Quinta do Peru, foi 14º classificado, com 295 (70-68-75-82), tantas quanto o uruguaio Miguel Reyes. Rosado, do CG Vilamoura, partilhou o 23º lugar com três adversários, somando 300 (74-73-79-74). O argentino Luciano Dodda, que não integrava a selecção do seu país, cotou-se como o melhor em prova a nível individual, com 276 (67-69-72-68).
GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS
Caro associado, a direcção tem a honra de o convidar a participar na final da prova “Gold Medal” e/ou estar presente no Jantar de Natal do Clube de Golfe de Vidago.
9 horas: Início da Gold Medal
Prémios da prova de Dezembro:
Nett: 1º, 2º e 3º- Prémio
Gross: 1º e 2º - Prémio
Prémios da Classificação Final:
Nett - 1º – Medalha em Ouro
2º– Medalha em Prata
3º – Medalha em Bronze
1º ao 10º - Camisola do clube
Gross - 1º – Medalha em Prata
2º – Medalha em Bronze
19,30 h Jantar de Natal
21 h Animação pelo grupo“ZigZag”
22 h Distribuição e Sorteio de prémios
Todos os jogadores que, durante este ano, participaram em pelo menos 4 provas do clube, estão convidados, gratuitamente, para o Jantar de Natal, podendo levar um acompanhante. Os restantes jogadores estão igualmente convidados, bem como os seus acompanhantes, no entanto terão que pagar 15 € por pessoa. Os interessados terão que se inscrever para o jantar até quarta-feira dia 14.
A Direcção
07/12/2006









