sexta-feira, agosto 25, 2006







2º OPEN
12-08-2006
CLUBE DE GOLFE DE MONTALEGRE
CLASSIFICAÇÂO
Pontuação
1º - Manuel Laje Valdegas - 36 pontos

2º - Joáo Nuno Gusmão - 35 pontos

3º - Artur Vieira Gonçalves - 32 pontos

4º - José António Carneiro - 31 pontos

5º - João Luis Gonçalves - 30 pontos

6º - Nelson Paulo Lopes - 30 pontos

7º - José Nogueira da Silva - 30 pontos

8º - Albino Rebelo - 29 pontos

9º - José Duarte - 28 pontos

10º - João Paulo Gusmão - 28 pontos

11º - Manuel Coelho - 28 pontos

12º - Jaime Valdegas - 28 pontos

13º - Alberto Moura - 27 pontos

14º - Inácio Cunha - 26 pontos

15º - José Pinto - 25 pontos

16º - Paulo Mesquita - 25 pontos

17º - Ricardo Cordeiro - 23 pontos

18º - José Henriques da Silva - 23 pontos

19º - Frank Antunes - 22 pontos

20º - Agostinho Valdegas - 21 pontos

21º - Rui Madeira - 18 pontos

22º - Rui Miguel Rodrigues - 14 pontos

23º - Rui Lopes Pereira - 11 pontos

24º - Pedro Gusmão - 11 pontos

25º - António Valdegas




Melhor Drive -
José António Carneiro


Melhor Pitch -
José Domingues da Silva











segunda-feira, agosto 21, 2006

2º Torneio de Golfe do Clube de Montalegre:
Realizou-se no passado Sábado, dia 12, no Campo de Golfe de Montealegre, Orense, o 2º Torneio do Clube de Golfe de Montalegre. Este Campo na vizinha Espanha possui um total de 9 buracos, mas a partir da próxima Primavera está previsto passar a ter 18.Nesta competição participaram 25 jogadores entre os quais alguns convidados. Entre os convidados destacou-se a delegação da P.C.G.A. (Portuguese Canadian Golf Association), de Toronto, com 6 jogadores. Alguns deles nunca tinham visitado Montalegre e prometeram voltar no próximo ano. Foi um alegre convívio, com muita competição, e que terminou com jantar no Hotel de Montalegre. O torneio foi ganho por Manuel Lage Valdegas (que já tinha vencido o ano passado), o 2º lugar foi para o João Nuno Gusmão e o 3º lugar para Artur Vieira Gonçalves. O Melhor drive foi para José António Carneiro e melhor pitch para José Domingues da Silva.
Em breve fotos do almoço e jantar do clube.
In, opovodebarroso.blogspot.com

quarta-feira, julho 19, 2006

CAROS AMIGOS

Como já é do vosso conhecimento vamos realizar no dia 12 de Agosto próximo o nosso torneio. Agradecemos a todos que nos enviem a sua confirmação por mail ou por telefone ( 914991545) ou 276512554 e o seu handicap exacto.
Lembramos que os que não pagaram a cota deverão faze-lo, são apenas 20€ para residentes e 10€ para não residentes. Os sócios do Clube já dispõe de descontos no campo de Vidago e no de Orense.
Brevemente teremos em funcionamento o nosso campo de treinos.


O programa do dia é o seguinte:

8 horas – Saída para Orense.

9 horas – Início do torneio.

14 horas – Banho / Almoço ( Quem pretender poderá dar um mergulho na piscina).

20 horas - Jantar em Montalegre com entrega de prémios.

O preço com green fee, almoço e jantar é de 50 €


Pela Direcção

Jaime Lage Valdegas

terça-feira, julho 18, 2006

sábado, maio 20, 2006


Em Vidago ao fim de uma prova para o handicap.






quinta-feira, maio 04, 2006

FPG

Na sector feminino, a grande surpresa foi a eliminação da detentora do título, a madeirense Carolina Catanho, às mãos da jovem Marta Vasconcelos (Oporto), de 15 anos. Carolina chegou a ter uma vantagem de 4up no 12, mas perderia cinco dos seis buracos restantes para ser eliminada por 1up.

«Perdi o controlo sobre o jogo e sobre o ‘swing’», justificou a madeirense relativamente ao duelo das meias-finais. «Não fiquei nervosa, talvez tenha havido um pouco de cansaço, Fiquei bastante desiludida: podia perder o jogo, mas não era desta maneira.»

Na outra meia-final, a luso-francesa Carolina Afonso (CG Braga, madrinha do Clube de Golfe de Montalegre), de 21 anos e finalista do Internacional Júnior de França em 2006, garantiu um lugar na final logo na sua primeira presença no evento, ao bater Magda Carrilho (Quinta do Peru) por 4 e 3.

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

IN, http://www.fpg.pt/
Jantar de boas vindas de Carolina Afonso promessa do golfe portugues ao fim de ganhar o torneio de ESpinho , entre amigos e familia.
Carolina, com o presidente do Clube de Golfe de Montalegre Jaime Valdegas e o Srº Alberto.
João Luis e Albino Rebelo , mais dois jogadores de golfe com a carolina Afonso.
Regresso Real na estreia de Carolina
SOFIA RAMOS SILVA
Uma década depois, Sean Corte-Real voltou a erguer a taça do Campeonato Nacional Absoluto, que a Federação Portuguesa de Golfe (FPG) organizou no Oporto GC, em Espinho. O segundo título do jogador, de 32 anos, coincidiu com a estreia absoluta da luso-francesa Carolina Afonso que, na primeira prova que disputou em território nacional, se sagrou campeã nacional.
Sean Corte-Real ganhou o “Major” da FPG em 1996, no Estela GC, frente a Alexandre Henriques, e jogou como profissional de golfe durante cinco anos, tendo regressado à competição amadora há pouco mais de dois anos. Esta época, no Oporto, o triunfo ante António Rosado, incapaz de contrariar o bom nível de jogo do adversário, “teve um sabor especial”, como assegurou. “Foi melhor, porque, naquela altura, sabia que era bom jogador, tinha obrigação de ganhar e estava prestes a tornar-me profissional. Agora, é diferente, sou mais velho, treino muito menos e não devia ter vencido este torneio”, explicou o director de Vila Sol, referindo-se aos jovens que competem e treinam praticamente a “full-time”. Antes de se mostrar extremamente feliz com a vitória, Corte-Real deixou um recado muito especial a Pedro Figueiredo, que derrotou nas meias-finais, e a Rosado, que considera “um excelente jogador, a quem as coisas não correram bem”. “Só hoje [ontem] tomei conhecimento que o Pedro queria conquistar o título para fazer uma dedicatória muito especial. É um grande jogador e um ‘miúdo’ fantástico, com uma excelente atitude”, frisou, depois de explicar a chave do seu sucesso: “’Drive for show and putt for dough’. Ou seja, fiz ‘shots’ regulares, ‘patei’ muito bem e é nos ‘greens’ que se ganham torneios. Não tenho dúvidas que, em 10 ‘matches’, o Rosado ganha-me 9, mas hoje [ontem] isso não aconteceu”.
A competição feminina, por sua vez, não teve grande história! Carolina Afonso entrou a perder, ganhou dois buracos consecutivos (2 e 3) e deixou a anfitriã Marta Vasconcelos no 27º buraco dos 36 regulamentares. “Não esperava ganhar! Senti um pouco de pressão por estar a jogar, pela primeira vez, em Portugal, mas hoje (ontem) joguei bem. Estou muito contente”, frisou a golfista, de 21 anos, que pretende tornar-se profissional de golfe no final do ano.
RESULTADOS
Final de Homens Sean Corte-Real (Vila Sol)-António Rosado (Vilamoura), 5/3
Final de Senhoras Carolina Afonso (CG Braga)-Marta Vasconcelos (Oporto), 10/9

terça-feira, maio 02, 2006

quinta-feira, abril 20, 2006

Rica paisagem


Jantar do Clube
~

quarta-feira, abril 19, 2006

Judas do Clube de Golfe de Montalegre

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Ola pessoal do golfe, venho aqui deixar um link, onde podemos encontrar videos com dicas sobre o golfe. Espero que gostem.

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Porque é que as bolas de golfe têm covinhas?

As covinhas numa bola de golfe fazem-na viajar, pelo menos, três vezes mais depressa do que se fosse lisa. Se utilizarmos uma bola lisa, a camada de ar que adere à superfície da bola começa a desintegrar-se, criando turbulência. Esta consome a energia da bola, fazendo-a abrandar. As covinhas contribuem para que a camada de ar adira mais à bola, por isso, há menos resistência e a bola tem energia para voar mais longe. As covinhas também dão à bola alguma elevação. Quando se bate na bola, ela gira para trás. As covinhas levam o ar sobre o topo da bola e esta viaja mais rápido do que o ar por baixo. O ar mais rápido tem uma pressão mais baixa, portanto, a bola é elevada. Aplica-se o mesmo princípio para fazer voar os aviões.



segunda-feira, janeiro 16, 2006

O Quebra-cabeças do Golfe


Agora toda a gente joga golfe, e mesmo os preguiçosos que há umas semanas atrás declaravam que é muito mais agradável ficar estendido numa rede, a balançar à sombra, apanharam a febre do golfe e andam pelos relvados atrás da bola. Um perito nestas coisas afirma que tem um sistema para ganhar, baseado na matemática. Diz ele: « Basto cultivar duas tacadas de comprimentos diferentes, uma delas um impulso, a outra uma aproximação, e jogar directamente para o buraco de forma a que a combinação, e jogar directamente para o buraco de forma a que a combinação das duas distâncias nos leve até lá.»
Quais deveriam ser os comprimentos das tacadas a aprender, de modo a conseguir a menor pontuação possível num percurso de nove buracos com 150 m, 300m, 250m, 325m, 275m, 350m, 225m, 400m e 425m? A bola deve percorrer todo o comprimento em cada tacada, mas pode ir além do buraco com qualquer tacada e jogar para trás em direcção ao buraco. As tacadas são todas em linha recta em direcção ao buraco.
In,

sábado, janeiro 14, 2006

O IDP - Instituto do Desporto - MISSÃO E ATRIBUIÇÕES

O IDP tem por missão o apoio e o fomento à concepção de uma política desportiva nacional integrada, nas diversas vertentes do desporto, colaborando na criação e disponibilização das necessárias condições técnicas, financeiras e materiais com vista a incrementar os hábitos de participação da população na prática desportiva, promovendo-a de forma regular, continuada e com níveis de qualidade elevados, inserida num ambiente seguro e saudável.São atribuições do IDP: a) Promover e apoiar técnica, material e financeiramente o desenvolvimento da prática desportiva, nomeadamente através do apoio ao associativismo desportivo, valorizando especialmente a acção das federações desportivas;b) Propor a adopção de programas com vista à generalização da prática desportiva, nomeadamente junto dos grupos sociais dela especialmente carenciados e, em especial, dos cidadãos portadores de deficiência; c) Conceber, coordenar e apoiar, técnica e financeiramente, e sem prejuízo das competências cometidas por lei a outras entidades, um programa integrado de construção e recuperação do equipamento e das infra-estruturas desportivas, em colaboração, designadamente, com as autarquias locais; d) Propor medidas tendentes à adopção generalizada do exame de aptidão e do controlo médico-desportivo no acesso e no decurso da prática desportiva, respectivamente; e) Velar pela aplicação das normas relativas ao sistema de seguro para os agentes desportivos; f) Pronunciar-se sobre as normas de segurança desportiva a observar na construção e licenciamento de empreendimentos desportivos; g) Exercer as competências que, em matéria de licenciamento e fiscalização, lhe são legalmente atribuídas; h) Assegurar a valorização da qualidade dos recursos humanos do desporto e dos recursos humanos relacionados com o desporto; i) Exercer as demais competências que lhe sejam atribuídas. O IDP, no âmbito da prossecução das suas atribuições, colabora com outras entidades, públicas ou privadas, nacionais ou internacionais, na atribuição de subsídios, de prémios e outras recompensas por mérito desportivo, bem como através da celebração de protocolos, acordos ou contratos-programa, nos termos a definir por despacho do membro do Governo que tutela a área do desporto, sem prejuízo das atribuições próprias do Ministério dos Negócios Estrangeiros.Criação do Instituto do Desporto de Portugal - Decreto-Lei n.º 96/2003 de 7 de Maio

Choca - Pinha - Reca

1 . Joga-se com uma pequena bola de madeira (ou com uma pinha) que tem o nome de reca, choca ou porca.
2. Participam cinco jogadores munidos de um pau cada um, o qual pode ser curvo numa das extremidades ou não.
3. Começa o jogo com as «coquerrias» da bola (porca).
Chama-se «coquerrias» ao acto de dar com um pau na bola, sem a deixar cair ao chão.
4. O jogador que menos coques der é o que vai com a porca, ocupando cada jogador dos restantes uma nicha.
5. No centro do terreno há uma nicha ou pequena cova na terra a que dá o nome de celeiro; em redor deste, á distância de 2m a 3m, quatro nichas para os jogadores que o defendem.
6. Ao jogador que fica com a porca chama-se porqueiro.
7. O porqueiro tenta meter a porca no celeiro, conduzindo-a com a ponta do pau. Se o o conseguir, diz estas palavras: «Remuruja porca suja», e os outros jogadores têm que mudar de nicha. O jogador que ficar sem nicha vai vai com a porca.
8. Quando o porqueiro tenta meter a porca no celeiro, todos os outros jogadores fazem os possíveis para que ela não entre, evitando também que aquele ponha o pau na sua nicha.
9. Depois do tempo terminado (aproximadamente dez minutos), sem que o porqueiro tenha êxito, dizem-se estas palavras:
Couto, minha nicha,
couto, meu celeiro,
borro-lhe nas barbas
ao ruim porqueiro.
Cruzam os paus no celeiro, põem-lhe uma pedra em cima, vão buscar o porqueiro que tenta fugir e dão-lhe com o rabo em cima da pedra. Assim termina o jogo. Note-se que podem participar mais do que cinco jogadores.
Também se chama jogo da choca ou da pinha - da choca, por representar
a condução de uma vaca ou reca para a corte;
da pinha, porque vulgarmente se utiliza uma pinha de pinheiro, que simboliza o animal. Parece nada ter a ver com o jogo do mail (palavra francesa que deriva do latim malleum donde também derivam as portuguesas malho e alleo - aléu, possivelmente, através do diminutivo malleolum) que se praticava durante a baixa Idade Média na França e pela Europa, mas era precisamente este jogo que atraía de uma forma especial os nobres. Não é de excluir a hipótese de ser ele o jogo da Choca que o primeiro conde de Vila Real, D. Pedro de Meneses, praticava em Ceuta, logo após a conquista desta praça, em 1415, quando D. João I, preocupado com a sua defesa, o abordou, tendo ele dito que o alleo (mallho ou vara de jogar) defenderia a praça contra os mouros. O que é certo, porém, é que em Trás os Montes e Beira Alta o jogo da Choca difere muito do jogo do mail (em que cada jogador dispunha de uma bola, na sua variante individual, e tinha de fazer um determinado percurso onde havia pedras de toque) e sendo, natural que D. Pedro de Meneses conhecesse o norte do país, é também natural que o jogo que praticava em Ceuta fosse o nosso rural e caracterizado por uma violência que o afidalgado jogo da Choca/mail não permitia.
In, Jogos Tradicionais Portugueses

quinta-feira, dezembro 15, 2005

Links sobre Golfe

- European Golf Association www.ega-golf.ch
- Instituto do Desporto de Portugal - www.idesporto.pt
- Profissional Golf association - www.pgaportugal.com
- International golf federation - http://www.internationalgolffederation.org/
Os Ferros correctos para o seu tipo de jogo


Handicap Altos (12 tacos)

Check list do saco:-Madeiras 3 e 5 Oversized-Madeira 7-Ferros 5 a Pitching Wedge Oversized-Sand Wedge de grande projecção-Lob Wedge de grande dimensões-Putter-Ball Grabber


Onde está o Driver?
Normalmente, os handicaps altos tem mais problemas com o "big dog" do que com qualquer outro taco. Por isso, não ande com um destes.
Opte pela consistência de uma Madeira 3 OverSize, que possui uma vareta mais pequena e mais loft.
A Madeira 5 é uma real alternativa ao Ferro 3 e a Madeira 7 oferece mais consistência no fairway e é óptima em longos Par – 3's.
Reduza os custosUm acessório destes pode poupar-lhe uma pequena fortuna em bolas de golfe.
Não tenha vergonha em andar com um. Pense na economia a longo prazo.
Problemas no Fairway ou nos Ferros?
Esqueça os Ferros 3 e 4. São difíceis de jogar com consistência, especialmente em fairways apertados.
Em vez de esperar alcançar o coração do green, batendo uma Madeira 3, opte por uma Madeira 7, ou mesmo um Ferro 5 ou 6.
Ferros OverSize e Cavity-Back, oferecem vantagens ,a nível de consistência, sem igual.
Consistência e PrecisãoOs Bunkers são autênticos pesadelos para handicappers altos. Se você enfrenta a areia com o Wedge que acompanha o seu Set, então sugerimos um Wedge especial com grande poder de projecção. O aspecto é horrível, mas eles trabalham incrivelmente bem.
Um Lob Wedge é opcional. Como todos os handicappers altos, você terá problemas com "shots" de aproximação e aqui é que ele poderá ser uma ajuda crucial.
Handicaps médios (13 tacos)
Check List do saco:-Driver de Titânico-Madeiras 3,5 e 7 Sole Weighted-Ferros 5 a Pitching Wedge Cavity-Back-Sand Wedge especial-Lob Wedge de grandes dimensões-Putter-Ball Grabber

Uma pequena ajudaApesar de poder ser detentor de um Swing consistente, na maioria das vezes, uma pequena ajuda é sempre bem-vinda. As novas madeiras com partículas de metal (is) mais pesado(s) na base da cabeça, ajudá-lo-ão a colocar a bola no ar mais rapidamente.
A maioria dos handicaps médios encontram nos 10,5º e nos 11,5º de loft um compromisso satisfatório.
Um benefício inegável são as cabeças de grandes dimensões em titânio, se se pode dar a este luxo, então encontrará aqui um óptimo compromisso.
Não ande carregado com ferros longos
Irá notar que os ferros 3 e 4 come_ çam, cada vez mais, a "ficar de fora" . E a substitui-los prefere uma Madeira 7. Poderá não ser o ideal em todas as situações, mas garante-lhe uma consistência sem igual.
Os especialistas
Um Wedge especial de 57º poderá tornar-se num dos mais essenciais tacos do seu saco, se manobrado do modo correcto.
Adquira um bom Wedge e assegure uma boa parte do sucesso nas saídas difíceis dos bunkers.
São também excelentes quando se trata de "Chipping" e à volta do green. O Lob Wedge pode salvar muitas situações. O loft acentuado é perfeito para jogadas em greens protegidos onde as bandeiras estão perto do green.


Handicaps Baixos (14 tacos)

Basta que você goste…Os melhores jogadores concentram-se em apenas duas coisas distintas: Adaptação aos Ferros e controlo dos mesmos de modo a atingir os objectivos. Quase todas as novas tecnologias de melhoramento ao nível do Equipamento não são tão interessantes a este nível de jogadores. Ao contrário dos jogadores com handicap alto, handicaps baixos sabem como tirar o devido proveito de cabeças tipo blade, muito mais difíceis de jogar.
Olhe à PotênciaNão existe sensação pior para handicaps baixos do que desperdiçar uma jogada em que a bola ganha um efeito de balão pelo ar, desperdiçando preciosos metros de distância. Madeiras poderosas são uma das preocupações principais para handicaps baixos, preferivelmente de Titânio. Adicionalmente, uma "fairway wood" poderá ganhar protagonismo em Par-5's onde existe a possibilidade de partir o Green em dois.
Alternativas no Tee de Partida...Um método conhecido para ganhar distância extra, baseia-se no ferro 2. Nas mãos certas, este ferro pode adicionar uns 180m em jogadas baixas e com vento à mistura. Pode também ser uma ajuda preciosa em longos Par-4's e 5's.
Marque a diferença!
Frequentemente, as chamadas "forged heads" podem contribuir para um sucesso garantido, pelas suas características. Um Pitching, Sand e Lob wedge, deste material são uma mais-valia. Inclua também, no seu saco, um "Copper Lob Wedge". O material diferente na cabeça do seu taco, produz uma sensação diferente na sua utilização...

segunda-feira, dezembro 12, 2005

Campo de Golfe público no Jamor

Governo e Federação portuguesa de Golfe assinam Protocolo Assinado Protocolo entre o Instituto do Desporto de Portugal, o Instituto do Turismo de Portugal e a Federação Portuguesa de Golfe para concepção e construção do Campo de Golfe de 18 buracos no Complexo Desportivo do Jamor.No dia 21 de Novembro, realizou-se, no Estádio Nacional, na Tribuna de Honra, a cerimónia de assinatura de um Protocolo tendo por objecto a obra de concepção e construção do Campo de Golfe Público de dezoito buracos bem como respectivas infra-estruturas de apoio, no Complexo Desportivo do Jamor. Na cerimónia estiverem presentes Suas Excelências os Senhores Ministros da Presidência e da Economia, os Secretários de Estado da Juventude e do Desporto e do Turismo e os Senhores Presidentes do Instituto do Desporto de Portugal (IDP), do Instituto do Turismo de Portugal (ITP) e da Federação Portuguesa de Golfe (FPG). Do teor do referido Protocolo, assinado pelo IDP, ITP e FPG, e homologado por Suas Excelências os Senhores Secretários de Estado da Juventude e do Desporto e do Turismo, resulta um compromisso assumido pelas partes contratantes no sentido de financiarem em um terço, cada uma, a construção do Campo de Golfe acima identificado, tendo, ainda, ficado acordado, por um lado, definirem, no prazo de 90 (noventa) dias a contar da data de assinatura do Protocolo, o modelo de gestão e a entidade que irá proceder à operacionalização, manutenção e exploração do campo, e, por outro, constituírem, no prazo de 120 (cento e vinte) dias, uma sociedade anónima de capitais maioritariamente públicos, cujos accionistas serão o Estado e a FPG com uma participação correspondente, respectivamente, a 67% e a 33% do total. Cumpre, por último, referir que a construção do referido Campo de Golfe é de interesse público assumindo grande relevo no contexto da rede de infra-estruturas desportivas desta tipologia ao serviço do desporto nacional, e irá disponibilizar condições dignas e adequadas à prática desportiva do golfe, potenciando, deste modo, o aumento da divulgação desta modalidade.

22-11-2005, GRP - Gabinete de Relações Públicas